A Minha Experiência Após Deixar Os Antidepressivos 1

Segundo revelou um estudo recente, apesar de ter sucedido um aumento pela prescrição de antidepressivos, aquelas pessoas que realmente precisam deles costumam ter várias dificuldades pra receber este tipo de tratamento. Este dado é indicativo, em vista disso, de que há pessoas que recebem fármacos sem realmente necessitar deles. Mesmo após receber um diagnóstico, muitas vezes não é descomplicado saber o que nós de fato devemos, ou se o que sentimos é uma reação “normal” pros altos e baixos da vida diária.

Tudo isto supõe, desta maneira, que um paciente podes entrar a ganhar multidão de diagnósticos diferentes segundo o profissional, que irá ver de perto. Muitas vezes, o fato de medicarte, o queira ou não, poderá parecer uma maneira de ceder à fraqueza. Isso foi o que eu senti, no mínimo. Uma vez eu tive numerosos diagnósticos diferentes, ainda sem estar convencida de que de fato iria precisar de tomar medicamentos. Tentei ponderar de forma racional: o

Por que não podia simplesmente fazer das tripas coração e conservar minhas emoções, como alguém adulta e sem a auxílio de um coquetel de medicamentos caros? Com esta reflexão, passei dos vinte aos trinta anos, interrompendo e retomando a medicação, a intervalos. Atuou nos períodos de satisfação como um sintoma de que eu estava bem e não necessitava das pastilhas. Até que me dei conta de que, propriamente, o que fazia com que tivesse estes momentos de felicidade eram os comprimidos.

Há 6 anos, eu joguei no lixo que eu tenho ao lado da cama, o que me restava de Xanax e Lexapro, convencida de que aquela seria a última vez. Meu marido e eu decidimos que havia chegado o instante de que a família crescesse e, bem que os estudos sobre o efeito dos ISRS ao longo da gravidez não são nada conclusivas, preferi não arriesgarme e deixar a medicação. O som do pote de comprimidos ao bater o fundo metálico da lixeira foi como uma espécie de sino que anunciou um novo início. Um desafio. Eu Me sentia pletórica ante a visão de viver sem drogas, e de ser mãe.

Me custou três anos e meio engravidar. Embora não é sempre que foram anos de alegria e firme determinação, me mantive robusto e não testei a medicação. Durante este tempo houve diversos fracassos: no domínio da fertilidade, da comunicação, nosso casamento… Mas eu a toda a hora tinha muito presente o estímulo que me havia imposto e não queria falhar por este ponto, também.

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Assim que comecei a realizar yoga e meditação, até o ponto de que me tornei um viciado. As sensações que experimentava depois das aulas era como uma droga cujos efeitos queria morder o meu peito pra que não desaparecessem jamais.

Com o tempo, obtive o certificado pra exercer a atividade de professora de yoga e, pouco a insuficiente, deixei de oferecer de menos medicação. Na data em que eu fiquei embarazaba, era como uma espécie de anúncio andante sobre isso os benefícios da prática do yoga para a saúde mental. Mesmo explicando meu caso aos meus alunos para ilustrar o quanto o yoga poderia ajudá-los.

Lhes falava desta pessoa que me tinha tornado, forte, saudável, renovada. Até que, um ano e meio depois de conceder à iluminação, essa história deixou de ser verdade e é quebrada. O embate de cada golpe percorria meus braços, bíceps, ombros, e mesmo desse modo sentia acallado.

Em cada caso, era melhor do que bater em uma parede ou janela. Por toda resposta, emití um profundo e interminável “o JODEEEEEEEEEEER!”, sem parar de percorrer freneticamente da cozinha pra sala e vice-versa. Meu marido não veio a reconfortarme; não houve mão reconfortante pousada com firmeza sobre o meu bruxuleante espada. Não houve braços em redor dos meus ombros, o que me fossem atraentes pra ele, envolviéndome em teu abraço. Só estava o gato, que me observava desde a cama, extrañado, com a sua presença reconfortante.