Jean Paul & Vitória 1

A atriz -madrilenha de nascimento, andaluza por vocação e parisiense de adoção – chegou a Maison Gaultier adornada com simplicidade e com uma pequena mala de roupas e acessórios. Distribui sorrisos e cumprimenta todo o instrumento de realização.

Está pronta para ser vestida, calçada, maquiada, penteada, adornada… e fotografada. Você ama a descansar, você É um “claro” adocicado, apurado, todavia sem divismo. No decorrer da sessão -e os preparativos que comporta-, Victoria exibe todo o seu leque interpretativo e teu arsenal de sensualidade. O lugar é prestado: para acessar a Maison Gaultier, situada a dois passos do Conservatório Nacional de Artes e Ofícios e ao novo templo da modernidade parisiense, a Gaîté Lyrique, há que transpor uma cortina de cor preta.

após subir a escada de mármore que leva à ante-sala do atelier poderá o visitante a observar o ambiente gerado pelo designer Jurgen Bey: uma estadia repleta de equipamentos vestidos de tecido, ofuscado. E aí aparece Vitória fotografada com o modelo Mon nombril saigne du nez (Meu umbigo sangra pelo nariz), de Gaultier.

V. A.: O Meu relacionamento com Jean Paul? Quando cheguei à França, nos anos 80, eu ficava louca. Que cosan pra ti… isso é fantástico. O trabalho que fez em Kika foi espetacular. Depois, nos anos 90, eu coloquei vestidos de Dior para a minha primeira incursão na música, com Putcheros do Brasil; e para o meu segundo disco, Olala! John Galliano inspirada na Andaluzia.

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No programa de concertos do meu primeiro álbum, John escreveu-me: “La voix qu’illumine le chemin” (A voz que ilumina o trajeto). Após seus escarceos com outros costureiras, reencontrar-se com Gaultier supõe, para Vitória, algo como retornar pra casa.

É como se fosse uma porção de mim, pelo motivo de os anos passam e sempre voltamos a nos localizar. E como se sente quando veste os projetos de Gaultier, o seu colega? V. A.: Me deixa louca a tua costura, pelo motivo de está sempre cheio de humor; toma o melhor de sempre da gente, de cada povo, de cada cultura.